17.4.17

Entrevista: Paulo Henrique Brazão

O nosso entrevistado de hoje é escritor, jornalista, colunista do Barba Feita e um gato. Além disso é uma das pessoas mais queridas do mundo. Como não amar Paulo Henrique Brazão? Impossível! Confiram minha pequena entrevista com esse moço fofo.

Além de excelente escritor e jornalista você é um homem muito bonito, até que ponto essa beleza ajudou (ou atrapalhou) sua carreira?


Primeiro de tudo, é difícil para uma pessoa não narcisista se achar muito bonito... rs. Eu não sou nada narcisista e até hoje fico sem graça quando ouço elogios a respeito de beleza. Quando era mais novo, sofria muito bullying e boa parte do que eu ouvia era que eu era "horroroso", "muito feio". Não fui habituado a elogios quanto à aparência, exceto os que vinham da família... rs. Não acho que isso foi um fator preponderante numa carreira que sempre foi muito de bastidores...

De onde você se inspira para escrever suas histórias?

Minha inspiração vem de questões muito cotidianas. Às vezes algo que ouço no rádio e imagino o desenrolar; ou algo que pensei que poderia ter sido o desfecho de uma outra história. Uso poucas autorreferências, logo não há muitas coisas no meu texto que sejam situações por mim vividas.


Vivemos numa sociedade cada vez mais homofóbica, sexista. Os avanços foram poucos. Como você enfrenta essas questões e em que ponto elas são pertinentes em seu trabalho como escritor/jornalista?

Na verdade, acredito que já vivemos em eras mais homofóbicas e sexistas. Mas hoje em dia isso é mais exposto, pois existem mais mecanismos de denúncias. Já explorei a homofobia e o machismo nos meus textos, são meandros sombrios da nossa sociedade e, por isso mesmo, tornam mais densos alguns personagens. Infelizmente (ou felizmente), muitos deles o fazem por ignorância e não por mera índole. Ou seja, existe cura.

Você também é um homem muito religioso. Como a religião surgiu em sua vida? Ela está presente de que maneira em seus textos?

A religião sempre esteve em minha vida, de uma forma mais intuitiva do que prática. Nos meus textos, já abordei mais facetas religiosas, mas mais católicas e neopentecostais. Mas pretendo abordar um pouco a umbanda em um dos meus livros.


Você está casado (muito bem casado e, diga-se de passagem, seu marido é um gato) mas depois de muto tempo juntos ainda há espaço para o ciúme? Como você lida com esse assédio sobre ambos?

Concordo com você que ele é um gato! Hehehehe. Fez 40 anos dia 01 de janeiro de 2017. Ciúmes sempre existem quando se há zelo, mas não é algo patológico. Eu já fui muito ciumento e vi que os meus ciúmes vinham da minha insegurança. Quando tive a certeza da segurança e da solidez do nosso relacionamento, isso foi se pacificando. Não podemos ficar preocupados de amar achando que o tempo todo podemos perder o outro. Até porque se for para perder o outro, acredito que é muito mais por atos e escolhas erradas nossas do que por um terceiro que veio e tomou. Tenho hoje em dia muito mais ciúmes de situações importantes da vida dele na qual posso não ser incluído do que de gente. O que não quer dizer que eu não faça meu xixizinho no poste para marcar território! Hahahahaha!

12.4.17

A Força do Querer (Bofes, 3º parte)

Ok pessoal estes posts justificam mesmo o nome do blog, eu sei e para terminar nossa seleção com os encantos de A Força do Querer, dois atores que representam bem desejos que muitos temos.

Marco Pigossi
Zeca é descrito como um "homem de sentimentos intensos, tudo nele é grande e intempestivo..." e a gente gostou bastante, né?

Humberto Martins
Eurico "tem muita dificuldade em lidar com mudanças", ou seja, é chato, mas tem quem goste do espírito protetor.

Ok, eu sei que essa foto do Humberto é antiga, mas a gente gosta e não cansa de rever, rs.

A Força do Querer (Bofes, 2º parte)

Dando prosseguimento aos nossos posts com os boys magia da nova novela das nove, mais três piteis que tiram nosso sono. Ah! Bruta flor do querer. Ah! Bruta florm bruta flor.

Fiuk
Ruy é  um cara "bem humorado, que viveu sem grandes preocupações." Essa cara de moço levado a gente entende.

Pedro Nercessian
Amaro, "melhor amigo de Ruy, está sempre por perto para ajudá-lo." Quem não quer um homem assim tão prestativo?


Gabriel Stauffer
Cláudio é relatado como sendo "um cara carismático, leve, divertido e que se apaixona pelo que está fora do padrão." A gente adora isso!

A Força do Querer (Bofes, 1º parte)

A novela vai bem, tem uma história interessante e personagens bem construídos o que é um alívio para o horário que andava de mal a pior, mas se tem uma coisa que a novela tem e de sobra são homens lindos e talentosos que justificam A Força do Querer. Vamos conferir?

Rodrigo Lombardi
Caio é aquele tipo de ser humano que estamos precisando no país urgentemente: "sensível, ético, apegado aos valores e princípios morais."

Dan Stulbach
Eugênio é "sério, bonitão, cavalheiro (...) o marido modelo". Quem não gosta de um homem assim?

Raul Gazzola
Allan é aquele tipo "sério, correto e linha dura." Faz cara de mal e tem muito gente que se apaixona.

Edson Celulari
Dantas "se ressente de não ter o reconhecimento que julga merecer." Homens assim são complicados e perigosos. Quero não.

Emílio Dantas
Rubinho é justamente aquele tipo que queremos longe. O autêntico "lobo em pele de cordeiro".

11.4.17

Relacionamento Abusivo: O Caso Emilly & Marcos


re·la·ci·o·na·men·to 
(relacionar + -mento)
substantivo masculino
1. Ato de relacionar ou de se relacionar.
2. Ligação afetiva ou sexual entre duas pessoas. = RELAÇÃO
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/relacionamento [consultado em 11-04-2017].

a·bu·si·vo 
adjetivo
1.  Feito por abuso; inconveniente.
2. Qualificativo dos atos que a moral condena, mas que o uso tolera.
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/abusivo [consultado em 11-04-2017].

Sendo assim podemos compreender  que relacionamento abusivo é uma relação inconveniente que é condenada moralmente. Portanto a ligação entre Marcos e Emilly no Big Borther Brasil já havia passado dos limites toleráveis por todos. O público mesmo assim parecia não se incomodar. Ao ser mandado para berlinda, o popular "paredão", ele voltava agraciado pelas benesses de uma audiência carente de catástrofes, se já não bastasse as que nos assolam diariamente, mas existiam pessoas incomodadas e a polícia interviu expulsando Marcos, coisa que a emissora deveria ter feito há muito tempo.

Mas porque a Rede Globo demorou em tomar uma atitude, muitos se perguntam. Na verdade eu acredito que ela não tomou, precisou a polícia aparecer para que ela de fato se visse obrigada a expulsar o participante. Se isso não tivesse acontecido ele ainda estaria lá. Emilly, confesso que não torço por ela, contudo deixo de lado isso para dizer que é a grande vítima nisso tudo. Por estar numa relação assim não conseguia enxergar o que acontecia em sua volta. Além disso devido ao seu comportamento na casa, conseguiu afastar todos ao seu redor. Marcos era a única pessoa em que ela confiava, ela não percebia que ele soube muito bem se aproveitar disso.

Se a própria Globo acertou no caso José Mayer — temos que lembrar que as próprias funcionárias da casa se mobilizaram e fizeram com que a emissora fizesse algo — errou na conduta dentro do Big Brother Brasil. Mesmo que queira ter passado a mensagem que é o público quem decide, nem sempre é assim e ontem mais uma vez não foi.

15.2.17

Entrevista: Paulo Faysano

Ele é um moço apaixonado pelo que faz e por quadrinhos. Um dos musos do JED que povoa nosso imaginário há muitos anos, afinal a gente não é bobo. Sendo assim, Paulo Faysano é o segundo entrevistado aqui no nosso bloguinho. 

Paulo Faysano

Nos últimos anos os super heróis da Marvel têm feito bonito no cinema, mas não podemos dizer o mesmo da DC Comics. O que você acha que leva o público a lotar as salas para assistir o Homem de Ferro e não o Super Homem tendo em vista que o segundo está no imaginário popular e faz parte da cultura pop por décadas há muito mais tempo e em todo mundo.

Creio que a abordagem. Uma coisa que sempre foi criticada nos filmes da DC foi o clima dark que deram aos filmes até agora. Superman não é Batman, ponto. A abordagem dada por Nolan para os filmes do Batman não serviriam, na minha opinião, para os do Superman. Veja um dos maiores sucessos recentes da Marvel, Guardiões da Galáxia. Muita ação, humor, aventura, cores, elenco, tudo deu certo no filme. Um dos maiores sucessos da DC recentemente foi o Esquadrão Suicida, onde a DC começa a perceber o que está faltando nos seus filmes, comparando com a Marvel. Resultado? Embora tenha um roteiro péssimo, o filme fez bonito nos cinemas.

Lendas

Não é nada fácil adaptar quadrinhos para o cinema tendo em vista a quantidade de informação que elas reservam. Quais adaptações você tira o chapéu e qual delas você abomina?

Deadpool. Difícil conseguir transpor para a telona exatamente o que você lê nos quadrinhos, e Deadpool conseguiu. Ryan Reynolds É o Deadpool, fato. Aguardando ansioso pelo segundo filme!! Não curti Guerra Civil. Nos quadrinhos foi um mega evento, envolvendo todo o Universo Marvel, com várias ramificações repercutindo em todos os títulos. No cinema, virou meio que uma briga de um time contra o outro. Na minha opinião Guerra Civil deveria vir depois de Vingadores: Guerra Infinita, para aí sim mostrar os heróis divididos. E claro, não vou nem citar aqui os crimes que a Fox fez com a franquia dos X-Men e Quarteto Fantástico... Deadpool foi uma surpresa vinda da Fox!


Também te amamos, seu lindo!

Além de lindo, tesão, bonito e gostosão você escreve muito bem, quem diria os fãs do seu antigo blog ("Enquanto isso, Num Cantinho Escuro da Minha Cabeça") pretende um dia voltar à blogosfera? Você escrevia um livro e já mandou histórias para a Marvel, ainda mantem o projeto do livro? E ainda continua escrevendo graphic novels?

Hahaha! Bom, querendo voltar para o blog, apenas buscando um formato novo que me agrade. Sem ter aquela obrigação de postagens diárias, até mesmo por que eu não tenho mais tanto tempo assim para me dedicar. E procurando mais tempo para escrever também, o que está bem difícil ultimamente...

Como você observa a homossexualidade sendo retratada nas HQ's. Ainda há espaço para personagens como Estranõ ou isso foi esquecido junto com o personagem? 

Bem melhor do que era há alguns anos atrás, não tenha dúvida. Hoje em dia você vê muitos personagens LGBTs, coisa rara dez anos atrás. O casamento do Estrela Polar, o casal Hulkling/Wiccano dos Jovens Vingadores, a Miss América, Midnight e Apolo, Batwoman, Renée Montoya, o Homem de Gelo recém assumido, e por aí vai. É importante para espelhar o que a nossa sociedade realmente é, formada pelos mais diversos gêneros. E, principal, não são personagens caricatos, como Estraño (ufa)...

Momento histórico

Por último, qual ou quais super heróis você diria: "manda nudes"?

Pra quais? Gambit, Capitão América, Colossus e Estrela Polar.

Crushes

23.1.17

De olho em quem faz a notícia!


Eles dão a notícia, mas é impossível prestar atenção apenas no que dizem...

Daniel Adjuto / SBT
Danilo Vieira / Rede Globo
Jayme Ribeiro
Felipe Santana / Rede Globo
Pedro Lins / Rede Globo
Thiago Oliveira / SporTV
Teo Taveira / RedeTV
Bruno Vicari / SBT / ESPN
Pedro Vedova / Rede Globo
Evaristo Costa / Rede Globo

Ops, pera, não acabou, tem bônus!

Murilo Salviano / Globo News

26.12.16

George Michael


2016, como diria Kátia, "não está sendo fácil". Em plena noite de Natal somos surpreendidos com a morte de um dos maiores ícones da música pop, o cantor George Michael. E se Michael Jackson era o rei do pop, George era um semideus. Ele sabia como enlouquecer seu público em vídeos em que explorava sua sexualidade, ditava moda, lançava tendências. Sua música era o perfeito registro de uma geração apaixonada que muito cedo imortalizou o artista em seus corações.

George Michael nasceu Georgios Kyriacos Panayiotou, de ascendência cipriota, ao norte de Londres. Começou trabalhando como DJ em pequenos clubes da capital britânica até conhecer o amigo Andrew Ridgeley e formarem a dupla Wham! que se consagrou com as canções "Wake Me Up Before You Go-Go" e "Careless Whisper". Ao todo o dueto vendeu mais de 25 milhões de discos em todo mundo até que o inquieto George se lançou numa bem sucedida carreira solo. 

Lançou "Faith" que explorava sua sexualidade em vídeos que correram o mundo e ajudaram a propagar sua música. Além do sucesso da faixa título, o disco continha "I Want Your Sex" e a balada "Father Figure". Entretanto o estrondoso sucesso parecia não ser suficiente para George que resolveu se reinventar e provar que não era apenas um sex simbol que cantava músicas pop. Lançou "Listen Without Prejudice Vol. 1" e travou uma batalha com sua gravadora, Sony Music, porque considerava que estava sendo escravizado por ela que também não estava divulgando seu disco direito. De qualquer forma, "Freedom '90", carro-chefe do álbum, fez tanto sucesso que se tornou um hino dos anos 90.

Ainda lançou no fim dos ano 90 um disco chamado "Songs From The Last Century" onde fez uma singela releitura de "Roxanne" dos conterrâneos do The Police. Mas nem só de música ele ocupava os noticiários. Esteve no meio de uma controvérsia após ser preso por um policial em Los Angeles que o acusava de atentado ao pudor. Por causa desse episódio chegou a lançar a música "Outside" fazendo troça do episódio que segundo ele foi uma armação.

Numa carreira que durou um pouco mais de três décadas e vendeu mais de cem milhões de discos, ele ainda planejava o relançamento de "Listen Without Prejudice Vol. 1", junto com documentário, "Freedom", para 2017. Cheio de vitalidade, partiu cedo, mas conseguiu se tornou um mito muito antes de partir e deixar todos seus fãs órfãos do seu trabalho. Descanse em paz George.

20.12.16

Entrevista: André Mans


O moço é o mais próximo de um popstar que eu conheço. Eterno inspirador do JED e de todos os blogs que eu venha escrever, André Mans é, além de lindo, politizado, adora Londres, Spice Girls e Britney Spears e naturalmente o primeiro entrevistado deste blog.


Observando seus posts nas redes sociais e em seu blog é perceptível seu amor pela música pop. como você a vê hoje em dia? ela se tornou mais catalizadora em gerar facto ides para grande exposição do artista do que estar centrada na própria música ou tudo isso é intrínseco?

A música pop sempre foi sobre indústria, vendas e afins. Porém alguns artistas levam isso para outro patamar, buscando uma identidade musical além, meio que criando um novo segmento a ser seguido, ainda mais num setor pasteurizado, onde 10 entre 9 músicas pop soam iguais. Hoje em dia é muito difícil fazer música só em nome da música, o mercado pede uma identidade visual, o que é bom e ruim ao mesmo tempo. 

Você também é músico, mas deu um tempo na carreira, porque? O que acha do pop nacional hoje em dia? Anitta vs Ludmilla, com quem você fica?

Nem tive uma carreira assim falando, talvez não tenha me dedicado o tanto que minha música merecia. Parei porque meio que cansei de tocar na noite, onde você é mais peça de entretenimento do que uma peça artística. Também cansei de cantar música dos outros, quero pensar só no que tenho pra dizer. Sobre esse duelo, que pra mim, é inexistente, fico com as duas. O pop nacional não existia praticamente e Anitta meio que colocou isso em voga. Ponto pra ela. Só acho ridículo o que Anitta fez com a cara dela, com plásticas inúteis e que só deformaram sua beleza. E a Ludmilla precisa ficar bem calada, e só cantar, pois é uma das artistas mais burras, intelectualmente falando. 

Há uma explosão de música sertaneja atualmente no país, como analisa esse momento, existe algum artista desse segmento que você paga pau nem que seja apenas pela beleza?

Não gosto de música sertaneja mas vale como manifestação cultural. A música sertaneja, essa dos “camaros amarelos” é o reflexo perfeito da juventude brasileira. Entenda isso como quiser.


Você é grande entusiasta de realities shows musicais, sempre acompanhei suas análises sobre o American Idol em seu Blogy*. Qual reality que você assiste atualmente? Ainda há espaço para programas assim ou eles já saturaram? O que achou do X Factor Brasil? Alguém ali tinha mesmo talento?

Não sou mais entusiasta; está super saturado mesmo, precisando de uma revitalização, principalmente, musical e nessa coisa: jurados. Só assisto o X-Factor UK, que foi horrível esse ano, aliás. Odeio The Voice (de qualquer país) pelo fato do programa ser claramente sobre os jurados e não sobre os candidatos. Sobre o X-Factor Brasil, só assisti algumas adições e algumas apresentações no Youtube e o programa teve sérios problemas técnicos, de som mesmo. Conheço o Christopher Clark, que ganhou o programa, do cenário da noite santista e ele é muito melhor do que foi mostrado no programa. Achei sua trajetória gritada demais e medíocre pelos problemas que a produção enfrentou. Mas c’est l avie.

E não deixem de curtir a página do Blogy* que está sempre repleta de novidades. E Blogy com Y é sempre mais chic, né?

20.11.16

Se é pra tombar, tombei!


Anthony Hopkins é um ator que dispensa comentários, ele dá dignidade para qualquer coisa que realiza e fica evidente que mergulha nos trabalhos que faz. Essa imersão é uma característica importante de grandes atores que fazem seu dever de casa. Dito isso, eu não tenho a menor certeza se o fato que vou relatar é verdade, mas a história é muito interessante. Anthony — desculpa aí a intimidade — precisava encarecidamente do livro "A garota de Petrovka", do autor George Feifer, para compor um personagem que iria fazer na adaptação do mesmo para as telas. Contudo ele não encontrava exemplar em lugar nenhum, até que um dia, numa estação de trem, deu sorte e achou o livro perdido por lá. Anos depois conheceu o autor que lhe contou que não possuía nenhum exemplar porque o último havia sido emprestado a um amigo que o perdera numa estação de trem...

Lindo isso, né? Então, acho que foi uma boa história para começar esse novo blog, porque meu amor, se não for pra causar eu nem vou e me sinto assim um tanto Anthony Hopkins porque como ele tive sorte de encontrar o que precisava naquele exato momento. Eu precisava de bons amigos, e os encontrei. Ah, eu também gosto de fazer o dever de casa.

Realmente já estava demorando pra esse blog sair da minha cabeça e tomar forma de fato, mesmo os blogs não tendo mais a mesma força que tinham outrora graças aos aplicativos de hoje que possibilitam uma interação mais dinâmica, mas sabe, eu gosto de escrever, eu quero escrever e nem que seja apenas para mim mesmo, mesmo que ninguém leia o que escrevo eu gosto de ter essa comunicação e vou (tentar) manter isso aqui. E quem me conhece sabe que dar nomes às coisas não é nada fácil para mim, sou inseguro e indeciso e portanto esse nome veio bem a calhar quando me deparei com a camisa do Alexandre Nero no Adnight numa quinta dessas. E quer saber? Tem tudo a ver comigo! Então, vamos? 

Entrevista: Paulo Henrique Brazão

O nosso entrevistado de hoje é escritor, jornalista, colunista do Barba Feita e um gato. Além disso é uma das pessoas mais queridas do...